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O AVKD é baseado no alfabeto latino, que é o alfabeto mais usado no mundo.
23Fev2017 10:45:16
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O AVKD é baseado no alfabeto latino, que é o alfabeto mais usado no mundo.

Não se sabe ao certo qual a origem do alfabeto, porém sabe-se que os egípcios foram os primeiros a tentar simbolizar as suas ideias através de figuras de animais.

Acredita-se, portanto, que o alfabeto tenha origem no Antigo Egito, por volta do ano 2000 a.C. e que representava o idioma dos trabalhadores semitas no Egito, tendo sido influenciado

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Morreu o i, eutanasiado.
17Fev2017 12:00:58
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 A pedido de várias famílias provocou-se a eutanásia ao i. Morreu.

São por demais as razões porque se escolhe o Y em vez do I. 

- Gráficamente é mau, muito mau, confunde-se com o L minúsculo, mal se vê (exemplo; rir, vir - ryr, vyr)
- Sempre que possível e desde que não choque a fonética, deve-se preservar a etimologia
- Coesão internacional - porque o AVKD

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APONTAMENTOS SOBRE A HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO DA LÍNGUA
01Fev2017 17:15:03
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PERIODIZAÇÃO DA EVOLUÇÃO DA ORTOGRAFIA PORTUGUESA


      A história da ortografia portuguesa divide-se em três períodos distintos: FONÉTICO, PSEUDO-ETIMOLÓGICO e SIMPLIFICADO.

      1. PERÍODO FONÉTICO

      Este período inicia-se com os primeiros documentos redigidos em português e termina no século XV.

      A escrita neste período caracteriza-se pela forte tendência para ortografar as palavras tal qual eram pronunciadas: honrra; ezame; etc. Porém, a ausência de uma normalização ortográfica conduzia a uma variação na representação dos sons da linguagem falada. O som /i/, por exemplo, era representado ora por i ora por y; a nasalalização realizava-se através do m ou do n o do til (bem, ben, b~e), etc.

      Por outro lado, a ortografia não acompanhou a evolução que se operava no oral, conservando-se palavras como "ler" e "ter" grafadas com vogal dupla: «leer», «teer>.

      2. PERÍODO PSEUDO-ETIMOLÓGICO

      Inicia-se no século XVI e prolonga-se até 1911, ano em que é decretada a reforma ortográfica, fundada nos preceitos da gramática de Gonçalves Viana, publicada em 1904.

      Com a chegada do Renascimento e a admiração dos humanistas pela cultura clássica, motivou uma atenção particular para o Latim. Esta atitude levou a que os eruditos aproximassem o mais possível a língua portuguesa à sua língua-mãe. Este facto provocou o abandono da simplicidade da representação fonética e deu lugar a uma escrita com base etimológica. Assim, começámos a assistir ao aparecimento de grafias como fecto (feito), regno (reino), etc.; a um frequente emprego de consoantes duplas (metter, fallar, etc); à ocorrência dos grupos dígrafos PH, CH, TH e RH (pharmacia, lythografia, Matheus, Achiçles, etc.).

      Por outro lado, o pretensiosismo, aliado a uma certa ignorância, levou à prática de exageros. Entre outros casos, deixamos como exmplo o seguinte: introduziram-se letras que não eram pronunciadas, como esculptura; astma; character; etc.; o y passou a figurar em muitos vocábulos, como lythografia, typoia, lyrio, etc..

      No fundo, o que se pretendia era transformar a escrita em etimológica, mas a ignorância não permitiu que tal se realizasse total e plenamente. Daí o nome "Pseudo-Etimológico". Segundo J. J. Nunes «por este processo recuavam-se bastante séculos, fazendo ressurgir o que era remoto, e punha-se de lado a história do nosso idioma...»

      Mas não se pense que os critérios ortográficos, no decorrer deste longo período, foram aceites de forma pacífica. Aliás, cedo as reacções ganharam eco. Em 1576, Duarte Nunes de Leão, um dos primeiros gramáticos portugueses, critica a pseudo-etimologia. Tal reprovação surge, em 1633, por Álvaro Ferreira Vera, na sua "Ortographia ou arte para escrever certo na lingua portuguesa". Já no século XVIII, D. Francisco Manuel de Melo (pelo menos em uma das suas obras: "Segundas Três Musas do Melodino) opta por uma ortografia simplificada, pondo praticamente de lado o uso de consoantes dobradas, grafando f em vez de ph, e substituindo o dígrafo ch, com o som de /k/ por qu (farmacia - pharmacia; Aquiles - Achiles).

      No século XVIII, Luís António Verney, com "O verdadeiro método de estudar", não só propunha uma ortografia simplificada, como, usando precisamente essa mesma ortografia, fazia desta sua obra um exemplo a seguir.

      Apesar disso, o que acontecia na quase totalidade dos escritos, sobretudo a partir da publicação, em 1734, da "Ortografia ou arte de escrever e pronunciar com acerto a lingua portugueza", de João Madureyra Feijó, era o recurso à grafia mais complexa.

      Em relação aos acentos, o seu uso era muito restrito e o seu emprego não obedecia às regras de hoje.

      Nos inícios do século XIX, Almeida Garrett apresentava-se como defensor de uma escrita simplificada e insurgia-se contra a ausência de uma norma regularizadora da ortografia. E, seguindo este mesmo espírito, muitos outros, entre os quais Castilho, ergueram a sua voz em defesa de uma reforma ortográfica.

      Todavia, e tal como acontecera com os adeptos da grafia etimológica, também a 'febre' de simplificação da ortografia levou a que se cometessem numerosos disparates e a que, em finais do século XIX se assistisse a uma ortografia quase anárquica (cada um seguia o que se lhe afigurava mais adequado).

      3. PERÍODO SIMPLIFICADO

      Desde a Ortografia Nacional até aos nossos dias.

      Com vista a normalizar os documentos oficiais, o Governo nomeou uma comissão para estabelecer uma normalização da ortografia. Esta limitara-se a seguir e oficilizar as propostas defendidas por Gonçalves Viana, em 1907.

      A reforma de Gonçalves Viana prescrevia:

      a) «Proscrição absoluta e incondicional de todos os símbolos da etimologia grega: th,ph, ch (=>K), rh e Y;

      b) Redução das consoantes dobradas a singelas, com excepção de RR e SS, mediais, que têm valores peculiares;

      c) Eliminação das consoantes nulas, quando não influem na pronúncia da vogal que as precede;

      d) Regularização da acentuação gráfica.»

      Esta reforma foi tornada obrigatória em 1911.

      Em 1911, as Academias de Letras do Brasil e de Ciências de Lisboa, celebraram um acordo ortográfico, com vista a solucionar divergências ortográficas entre o português de Portugal e o português do Brasil.

      Em 1943, os dois países tentam um novo entendimento, de onde resultou o Pequeno Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, redigido pela Academia de Letras do Brasil.

      Este Vocabulário serviu de referência até aos nossos dias, e impunha como regras o seguinte:

      A. Emprego do H:

      O H não tem valor fonético na língua portuguesa, como já o não tinha no Latim. Só se emprega como inicial quando a etimologia o exige:

                  hoje,
                  haver,
                  hélice;
                  etc.
      Como medial, só se emprega nos dígrafos:

      __ CH, LH e NH:

                  ;mancha,
                  malha,
                  vinho,
                  etc.
      __ e nos compostos unidos por hífen, nos casos em que o segundo elemento é iniciado por H:

                  pré-história;
                  super-homem;
                  etc.
      B. Emprego do CH:

      O digrama CH, inexistente em Latim, é o resultado da evolução fonética dos grupos consonantais latinos PL, CL e FL:

                  pluvia > chuva;
                  masclu > macho;
                  afflare > achar;
                  etc.
      C. Emprego do X:

      O X português corresponde:

      a) ao X latino:

                  coxu > coxo;
                  laxare > deixar;
                  examen > exame;
                  exaguare > enxaguar;
                  etc.
      b) à palatalização do S em grupos como SSI ou SCE:

                  passione > paixão;
                  russeu; > roxo;
                  pisce > peixe;
                  miscere > mexer;
                  etc.
      D. Distinção entre S e Z:

      __ Escreve-se com S:

      a) Quando a letra S portuguesa corresponde a um S latino:

                  mensa > mesa;
                  rosa > rosa:
      b) nos sufixos -ESA e -ISA, quando referidos a títulos nobiliárquicos e a profissões:

                  princesa;
                  poetisa
                  etc.
      __ Escreve-se com Z:

      a) Nos casos em que o Z resulta da evolução dos grupos TI, CI e CE latinos:

ratione > razão;

vicinu > vizinho;

feroce > feroz; etc.

      b) Nos substantivos abstractos derivados de adjectivos qualificativos: beleza, pobreza, robustez, altivez, etc.

      c) No sufixo -IZAR de origem grega: organizar, civilizar, e seus derivados: organização, civilização; etc.

      E. Emprego de SS:

      O S surdo português, em posição medial, geralmente provém:

      a) de um SS latino: ossu > osso; assistire > assistir; etc.

      b) de uma assimilação: ipse > esse; persona > pessoa; dixi (dicsi) > disse; etc.

      F. Emprego do Ç:

      O Ç provém da evolução de CE, CI, TE e TI latinos seguidos de vogal: lancea > lança; minacia > ameaça; matea > maça; pretiu > preço.

      G. Distinção entre G e J:

      a) O G português representa geralmente o G latino: gelu > gelo; agitare > agitar; etc.

      b) o J provém:

      1. da consonantização do I semiconsoante latino: iactu > jeito; iam> já; maiestate > majestade; etc.;

      2. da palatalização do S + I, ou do grupo DI + Vogal: basiu > beijo; caseu > queijo; hodie > hoje; radiare > rajar; etc.

      A obediência a estas novas regras acabava com os exageros do período pseudo-etimológico e promovia uma certa aproximação ao período fonético.

      Embora o objectivo essencial da reforma de 1911, pela aproximação da ortografia à grafia fonética, fosse pôr fim ao despotismo da tendência etimológicaO essencial da reforma ortográfica de 1911 foi acabar com o despotismo da etimologia, a verdade é que não se eliminaram totalmente os hábitos anteriores, dos quais continuou a perdurar, entre outros, o uso de consoantes mudas, como homem, directo, sciência, etc.)

      Além disso, no que respeita à utilização dos acentos, esta reforma distanciou-se da escrita dos primeiros tempos. Os acentos passaram a ser frequentes e, em particular, todas as palavras esdrúxulas possuíam obrigatoriamente acento.

      No essencial, as prescrições da reforma de 1911 vigoram até aos nossos dias, mas sujeitas a algumas tentativas de de ajustamento, entre portugueses e brasileiros, com vista a uma maior uniformização do idioma falado nos dois países, como as que tiveram lugar em 1920, 1929 e 1931.

      A grande reforma seguinte, em 1945, resultante de um acordo ortográfico entre Portugal-Brasil, sofrendo algumas alterações em 1971, continua a ser norma oficial da ortografia por que nos regemos ainda hoje.

      II. TENTATIVAS PARA A UNIFORMIZAÇÂO DA LÍNGUA PORTUGUESA ENTRE PORTUGAL E O BRASIL

      Considerando as tentativas para uma uniformização da língua portuguesa entre portugueses e brasileiros, nota-se que, exceptuando uma quase unidade no século XIX, têm sido sempre pautadas por perspectivas divergentes.

      É visível o interesse que ambos os países sentem em encontrar uma norma ortográfica comum. Tal já vem a ser demonstrado desde 1907, ano em que a Academia Brasileira de Letras, sob a orientação de nomes ilustres, como Euclides da Cunha, Rui Barbosa e outros, projectava uma reforma idêntica à defendida por Gonçalves Viana. Mas o facto da reforma de 1911 ter sido feita sem qualquer intervenção do Brasil, motivou que, durante anos, os dois países utilizassem ortografias completamente diferentes (Portugal, com a ortografia moderna e o Brasil ainda com a ortografia pseudo-etimológica)

      Em 1924, reunem-se, pela primeira vez, as duas Academias (a Brasileira de Letras e a das Ciências de Portugal). Em 1931, as duas Academias chegaram a um acordo preliminar, dando-se assim alguns passos na convergência ortográfica entre os dois países. Mas os Vocabulários publicados em 1940, pela Academia das Ciências, e, em 1943, pela Academia Brasileira de Letras, continham ainda algumas divergências.

      Depois, ainda em 1943, tentou-se de novo uma Convenção Ortográfica, na qual teve origem o Acordo Ortográfico de 1945. Porém, enquanto em Portugal foi oficializado pelo Governo, o Congresso brasileiro não procedeu à sua ratificação.

      De tentativa em tentativa, parece que nenhuma das partes pretende ceder a divergências quantas vezes mais emotivas que linguísticas, e as negociações para a uniformização ortográfica não vão passando de projectos. Vários têm sido os encontros __ 1971, 1973-1975, 1986 e 1990 __, mas tudo continua adiado... para uma só ortografia... ou para a separação definitiva? E, ainda que digam que nos entendemos, a verdade é que parece entendermo-nos cada vez menos. A solução seria acabar de vez com preconceitos e definirem consentânea e definitivamente uma reforma justa não pelos povos mas pela língua que os une (ou desune).



Guilherme Ribeiro


http://esjmlima.prof2000.pt/hist_evol_lingua/r_gru-j.html



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Escrever como se diz
24Jan2017 16:05:25
Publicado por: JoséSantos

 

A história da língua faz jus ao objecto: já muito se deu à língua sobre como se deve usá-la. Carlos Maria Bobone recorda pontos de viragem fundamentais e os vanguardistas que as protagonizaram.

Corpo confuso e enorme, enrodilhado em heranças contraditórias e novidades, moldado por regras abstractas e experiências quotidianas, ferido constantemente por sentenças eruditas e acometido por invenções populares, tão intrincado que uma simples mudança pode revolver todo o seu edifício, custa a acreditar que possa ser usado por qualquer boca impúbere.

Mais custa, ainda, perceber como é que uma lógica tão facilmente apreendida pode ser tão difícil de explicar: qual é a lógica da língua? Como é que qualquer criança sabe entrar – com maior ou menor mestria – num jogo de símbolos, em que a junção de sons produz significados diferentes, e sábio nenhum consegue explicar cabalmente a chave do código?


Crido Deário
10Set2010 11:19:23
Publicado por: ../..
CRIDO DEÁRIO!

29 de Junho de 2009
paçei o 5º anuh. A p*ta da stora de mat, k é a nossa dt, n m kria deixar paçar pk eu tnh nega a td menus a ginástica, pk jogo bem há bola, e o crl... mas a gaija f*deu-se puke a ministra da idukaxão mandou dizer ao ppl k penxam q mandam aí nas xkolas masé pa baixarem os kornos k tds

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'O PIPOL E A ESCOLA'
22Mar2010 12:47:24
Publicado por: ../..

Dizem que é verdadeiro este texto.

E porque não? Ele há bem piores.

Vamos ler e analisar sobre diversos primas:

 

1º á Luz da critica normal emd efesa do léxico actual.

2 - Em defesa dos valores do ser jovem (se não prestam culpem os adultos)

3º À luz do AVKD

"

'O PIPOL E A ESCOLA'

Eu axo q os alunos n devem d xumbar qd n vam á escola. Pq o aluno tb tem Direitos e se n vai á escola latrá os seus motivos pq isto tb é perciso ver q á razões qd um aluno não vai á escola. Primeiros a peçoa n se sente motivada pq axa q a escola e a iducação estam uma beca sobre alurizadas.
Valáver, o q é q intereça a um bacano se o quelima de trásosmontes é munto Montanhoso? Ou se a ecuação é exdruxula ou alcalina? Ou cuantas estrofes tem um cuadrado? Ou se um angulo é paleolitico ou espongiforme? Hã?
E ópois os setores ainda xutam preguntas parvas tipo cuantos cantos tem 'os Lesiades''s, q é u m livro xato e q n foi escrevido c/ palavras normais mas q no aspequeto é como outro qq e só pode ter 4
cantos comós outros, daaaah.
Ás veses o pipol ainda tenta tar cos abanos em on, mas os bitaites dos profes até dam gomitos e a Malta re-sentesse, outro dia um arrotou q os jovens n tem abitos de leitura e q a Malta n sabemos ler nem escrever e a sorte do gimbras foi q ele h-xoce bué da rapido e só o 'garra de lin-chao' é q conceguiu assertar lhe com um sapato. Atão agora aviamos de ler tudo qt é livro desde o Camóes até á idade média e por aí fora, qués ver???
O pipol tem é q aprender cenas q intressam como na minha escola q á um curço de otelaria e a Malta aprendemos a faser lã pereias e ovos mois e piças de xicolate q são assim tipo as pecialidades da rejião e ópois pudemos ganhar um gravetame do camandro. Ah poizé. Tarei a inzajerar?

 

"

 

Brevemente voltaremos ao assunto. Fica o texto à espera que comentem.

Podem fazer o mesmo livre e anonimamente.


Aviso
02Nov2009 08:12:55
Publicado por: Carlos Ferreira

Os seres humanos vêm ao mundo e são recebidos por cangalheiros que os desumanizam, embrutecem e instalam neles o software da cultura inculta. Mas os humanos começam a querer falar e andar, logo após essas manifestações de opinião os cangalheiros entopem-nos e abafam-nos através de instituições que dizem ser, os pilares da sociedade. É proibido ser-se uma pessoa de bem e é punido esse crime com a exclusão social. Qual implantação da republica qual quê? Qual monarquia? O mundo não passa de um manicómio em transgressão. Os seres humanos são efémeros, estão mortos, nunca conheceram a vida. E são punidos se a tentam espreitar. Sei do que falo porque estou vivo e olho para o vosso cemitério e vejo os monumentos que vocês levantam todos os dias, essas torres de babel que não chegam a tocar a vida.    



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